Esse texto foi postado primeiramente no LinkedIn, mas como percebi a importância de compartilhar aqui no Blog, o faço agora.
Leio muito e escrevo pouco, mas com esse blog vou mudar essa situação e me aventurar na produção de textos com a intenção de acrescentar algo de bom para os que lerem.
A motivação específica desse texto veio a partir de uma situação vivenciada pelo meu filho mais velho: que foi escalado para um novo projeto e ficou receoso. Minha esposa que me contou o fato também ficou preocupada; tentei acalmá-la e falei que iria incentivá-lo. Lembrei da história que ouvi do meu pai, quando entrou nos Fuzileiros Navais, e da minha experiência inicial como engenheiro agrônomo. Esta publicação fala de aprendizado e superação — do avô, ao pai, até o filho: “DA FRIGIDEIRA À PROMOÇÃO”.
“Frigideira” era o setor que testava — ou descartava. Lá se dizia que quem entrava seria “fritado”: provado até o limite. Tanto o fuzileiro quanto o agrônomo passaram por isso. O primeiro trouxe a disciplina do ritmo militar; o segundo, técnica e persistência. Ambos descobriram que fritar nem sempre destrói — às vezes tempera.
O treinamento militar fez do fuzileiro resistência: noites longas, percursos exaustivos e frio cortante. Transformou cansaço em disciplina, medo em atenção; no fim, a promoção reconheceu essa forja de caráter.
O agrônomo enfrentou desconfiança, verba curta e resistência técnica. Persistiu, transformou relatórios em projetos produtivos e fez a frigideira virar estufa: pressão que apurou visão e rendeu promoção a gerente.
Lição: ambientes severos podem forjar competência. Fritar é perigoso se pensado só para descartar; pensado para forjar, vira ferramenta. Ambos converteram calor em caráter e prova em promoção.
Você está fritando talentos ou forjando competências?
Por favor comente sua experiência em alta pressão que desenvolveram você ou outras pessoas.
Liderança

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